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AGO 16 - NOV 17 | Francisco Vidal

Francisco Vidal Português, Angolano e Cabo Verdiano Nascido em 1978 em Lisboa, Portugal Reside e trabalha em Lisboa >>> A prática de Francisco Vidal enaltece ideias acerca trabalho e mobilidade internacional. Ele é conhecido pelas grandes instalações de pintura, traçando poderosas linhas caligráficas sobre telas de serigrafia, retratando flores de algodão em cores vivas e variados esquemas cromáticos. As flores fazem alusão a uma revolta liderada por trabalhadores agrícolas de uma lantação de algodão portuguesa/belga em Angola, em 1961. Este evento é considerado a primeira batalha da Guerra de Independência Angolana, e forma o centro da reflexão de Vidal sobre dissidência política, o espírito da revolução social e o legado do Marxismo no contexto do crescimento do mercado e da economia africana nos séculos 20 e 21. >>> Vidal concluiu um mestrado em Belas Artes pela Columbia University School of the Arts em Nova York. Uma das mais distintas vozes artísticas a emergir recentemente de Angola, ele foi parte da seleção oficial do Pavilhão Angolano na 56ª Bienal de Veneza (2015), e também representou Angola na Expo Milan (2015). Recentes exibições incluem: Museu Afro Brasil, São Paulo (2016), Tiwani Contemporary, Londres (2015), Freies Museum/Savvy Contemporary, Berlim (2015), Instituto Camões, Luanda (2014), UNAP, Luanda (2014), Fundação Caloute Gulbenkian, Lisboa (2010) e Institute Camões em Cabo Verde, Angola e Moçambique (2007). Seu trabalho também é representado em coleções públicas, incluindo a Fundação EDP, PLMJ Foundation e Fundação Calouste Gulbenkian, bem como coleções particulares.

 

Francisco Vidal, Portuguese, Angolan and Cape Verdean. Born in 1978 in Lisbon, Portugal. Lives and works in Lisbon

Francisco Vidal’s practice highlights ideas around labour and international mobility. He is known for his large painting installations layering bold, calligraphic line paintings on screen prints depicting vividly coloured cotton flowers in various chromatic schemes. The flowers refer to an uprising led by the agricultural workers of a Portuguese-Belgian cotton plantation in Angola in 1961. This event is considered the first battle of the Angolan War of Independence, and forms the core of Vidal’s reflection around political dissent, the spirit of social revolution and the legacy of Marxism within the context of trade and economic growth across Africa in the 20th and 21st centuries.

Vidal holds an MFA from Columbia University School of the Arts in New York. One of the most unique artistic voices recently to have emerged from Angola, he was part of the official selection of the Angolan Pavilion at the 56th Venice Biennale (2015), and also     represented Angola at Expo Milan (2015). Recent exhibitions include: Museu Afro Brasil, São Paulo (2016), Tiwani Contemporary, London (2015), Freies Museum/Savvy Contemporary, Berlin (2015), Instituto Camões, Luanda (2014), UNAP, Luanda (2014), Caloute Gulbenkian Foundation, Lisbon (2010) and Institute Camões in Cape Verde, Angola and Mozambique (2007). His work is represented in public collections including the EDP Foundation, PLMJ Foundation and Calouste Gulbenkian Foundation, as well as private collections.